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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

MEC autoriza R$ 15 milhões para construção de campus avançado em Itapajé



O secretário-executivo do Ministério da Educação (MEC), Luiz Cláudio Costa, autorizou, nesta quinta-feira (12), o repasse de R$ 15 milhões para a UFC com o objetivo de construir um novo campus avançado no Interior, a ser localizado no município de Itapajé, na região Norte do Ceará. A expectativa é de que as licitações para obras e projetos executivos sejam realizadas no início do próximo semestre.


O novo campus avançado será integrado ao de Sobral e deverão ser implantados nove cursos de graduação, representados pelas licenciaturas em Artes Cênicas, Biologia, Física, Geografia, História, Letras/Português, Matemática, Pedagogia e Química.

De acordo com o superintendente adjunto de Infraestrutura da Universidade (UFC Infra), Rafael Henriques, os recursos serão aplicados na primeira etapa de instalação do campus, que inclui a conclusão de dois blocos, sendo um didático e outro administrativo, e um teatro, equipamentos que já haviam tido suas obras iniciadas.
Além disso, o montante será aplicado na urbanização e infraestrutura do campus e na elaboração dos projetos executivos para mais 10 blocos, que deverão ser construídos em uma segunda etapa. Dentre esses blocos, estão refeitório, residência universitária, biblioteca, unidades didáticas, gabinete de professores e centro de convivência. O orçamento total previsto para a conclusão do campus de Itapajé é de R$ 55 milhões.

A área que receberá o campus avançado é uma doação feita à Universidade em janeiro do ano passado pela família do empresário José Maria de Sousa Melo. Além do terreno, o espaço conta com obras iniciais realizadas ainda pelo antigo proprietário, que planejava instalar uma instituição de ensino superior no local.
A autorização do recurso por parte do MEC, que aumenta o limite financeiro da UFC, ocorreu em reunião realizada na quinta-feira (12), em Brasília, com a presença do secretário de Educação Superior do Ministério, Jesualdo Farias, ex-reitor da UFC, e do deputado federal Danilo Forte.
O Reitor da UFC, Henry Campos, recebeu ligação imediata de Jesualdo Farias, informando-o da autorização dos recursos e parabenizando-o pela conquista. Campos demonstrou entusiasmo com a notícia e destacou que a Administração Superior da Universidade vai intensificar suas ações em prol da concretização do novo campus. "A instalação do campus avançado em Itapajé agrega-se aos esforços que já vêm sendo empreendidos pela UFC com o objetivo de interiorizar a educação superior de qualidade no Estado do Ceará", destaca o Reitor.

Amigo de Lula confessa R$ 12 milhões para o PT

José Carlos Bumlai, em depoimento de mais de 6 horas à PF, relata que empréstimo junto ao Banco Schahin, em 2004, cobriu dívidas de campanha do partido; pecuarista citou nome de dois ex-tesoureiros petistas, Delúbio Soares e João Vaccari Neto, em operação fraudulenta
Foto apreendida pela Lava Jato nos endereços de José Carlos Bumlai / Reprodução
Foto apreendida pela Lava Jato nos endereços de José Carlos Bumlai / Reprodução
Em seis horas e meia de depoimento nesta segunda-feira, 14, o pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, admitiu à Polícia Federal em Curitiba, base da Operação Lava Jato, que os R$ 12 milhões que tomou de empréstimo junto ao Banco Schahin, em 2004, foram destinados ao PT. Preso desde o dia 24 e denunciado criminalmente nesta segunda, ele apontou os nomes de dois ex-tesoureiros do partido, Delúbio Soares e João Vaccari Neto, como envolvidos no negócio.
Segundo Bumlai, quem sugeriu a ele que fizesse o negócio foi o próprio presidente do banco, Sandro Tordin – que fez acordo de delação premiada com a Lava Jato junto com a família Schahin. Ele disse que Tordin lhe indicou que tomasse o empréstimo ‘para passar ao PT, via Bertin’.
A força-tarefa da Lava Jato, por meio da quebra dos siligos fiscal e bancário dos investigados, havia identificado que logo após os R$ 12 milhões do Banco Schahin entrarem na conta de Bumlai, o montante foi repassado para contas do Grupo Bertin – que foi sócio dos negócios do amigo de Lula.

Bumlai declarou à PF que “ficou de pensar no assunto”, mas que logo no dia seguinte foram à sua residência em Campo Grande (MS) o então tesoureiro do PT, Delúbio Soares, “e mais gente do partido” que afirmou não se lembrar do nome porque “nem abriram a boca na reunião”. Também foi à reunião o então presidente do banco, Sandro Tordin, com o contrato na mão, segundo Bumlai.
A PF quis saber de Bumlai o motivo de ele ter realizado o empréstimo. Ele citou o primeiro grande escândalo da era Lula no Palácio do Planalto que levou à prisão alguns dos principais quadros do PT, entre eles o ex-chefe da Casa civil José Dirceu. “Não tinha havido Mensalão ainda, o partido estava com grande popularidade. Não iria custar nada a mim, eu quis fazer um favor, uma gentileza para quem estava no poder.”
Bumlai disse que “fez um gesto de simpatia, que se transformou em uma grande bobagem”.
Em sua delação premiada, Salim Schahin, um dos donos do grupo, Bumlai e Delúbio disseram que Lula estava a par de empréstimo de R$ 12 milhões tomado pelo pecuarista. No depoimento desta segunda, Bumlai não envolveu o ex-presidente na operação.
Versões. Na tentativa de obter o fim de sua prisão preventiva, Bumlai solicitou, via defesa, ao juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Lava Jato, em Curitiba, que ele fosse ouvido em audiência de custódia. Inquerido no dia 30, ele havia dito que o dinheiro emprestado do Banco Schahin era para dar de sinal na compra de uma fazenda do Grupo Bertin.
“O recurso obtido com empréstimo não se destinava ao Partido dos Trabalhadores”, afirmou Bumlai, no dia 30. “Nunca passou recursos ao Partido dos Trabalhadores.” Ouvido pelo delegado Filipe Hille Pace, na tarde desta segunda-feira, Bumlai mudou a versão. Confirmou o destino do dinheiro e que fraudou a transferência de embriões de gado para quitar dívida com a Schahin.
Oficialmente, o valor emprestado pelo Banco Schahin nunca foi pago formalmente, confessou Salim Schahin em depoimento prestado ao procurador Diogo Castor de Mattos, da força-tarefa da Lava Jato, em sua delação premiada. Ele foi dado como “quitado” sem qualquer juro um dia antes da celebração do contrato de operação do navio-sonda Vitoria 10.000, entre a Petrobrás e a Schahin, em 2009. O contrato foi uma compensação pelo valor repassado em 2004.
A quitação desse empréstimo é considerada fraudulenta e envolveu ainda uma operação simulada de “dação em pagamento de embriões de gado inexistentes de fato” de Bumlai para o grupo.
O pecuarista, que antes havia mantido a versão de que deu R$ 12 milhões em embriões, confessou que não transferiu embriões de gado nobre para o Grupo Schahin para quitar a dívida feita para repassar ao PT.
O amigo de Lula afirmou que “não sabia’ do negócio do Grupo Schahin relativo ao navio sonda Vitória 10000, contratado pela Petrobrás ao preço de US$ 1,6 bilhão, em 2006 – um dia antes do negócio da Schahin com a Petrobrás, o empréstimo do banco com Bumlai foi quitado.
COM A PALAVRA, O CRIMINALISTA ARNALDO MALHEIROS FILHO, DEFENSOR DE BUMLAI
“José Carlos Bumlai e seus advogados tiveram conhecimento de que fora apresentada a denúncia (mas não de seu teor) quando a Polícia Federal dava início a seu depoimento. Não é nada usual e pode ser chamada de temerária a apresentação de uma acusação formal contra quem não foi ouvido, especialmente, quando novos esclarecimentos poderiam contribuir para o esclarecimento da verdade.”
COM A PALAVRA, O PT
“Todas as doações recebidas pelo PT aconteceram estritamente dentro da legalidade e foram posteriormente declaradas à Justiça Eleitoral.”

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

MEGA SENA É UMA MENTIRA?

Alvaro cobra trapalhada da CEF sobre Mega Sena

Ao lamentar que não pode comparecer para votar pela continuidade da prisão do senador Delcídio do Amaral (PT) por motivos de recuperação de um pequeno acidente, o Senador Alvaro Dias aproveitou para dizer que cobrará explicações formais e imediatas da Caixa Econômica Federal sobre o concurso 1764 da Mega-Sena, que ocorreu dia 25/11. Segundo ele, o desencontro de informações, uma vez que a CEF informou inicialmente não haver ganhadores, para só depois anunciar um único apostador como ganhador, alimenta especulações de irregularidades, que devem ser passadas a limpo urgentemente.

FONTE: paranaportal.com.br

José Guimarães e Dagmauro Moreira ( SEMELHANÇAS)



UMA LINDA HISTORIA DE AMIZADE





1 Noticia

Vice diz que prefeito de Itapipoca desviou dinheiro da merenda escolar



O vice-prefeito de Itapipoca, Geraldo Gomes (PDT), acusa o prefeito do município, Dagmauro Moreira (PT), de supostos desvios de verba da merenda escolar. Segundo Geraldo, a prefeitura, no mês de dezembro, pagou o valor de R$ 734.064,49, pela merenda. No entanto, não teria havido o recebimento dos alimentos. “Como é que se paga algo sem se receber? Isso é crime. Primeiro deve ser entregue os produtos e somente depois que é realizado o pagamento”, enfatizou. Gomes informou que já entrou com uma representação no Tribunal de Contas do município (TCM), pedindo uma inspeção na prefeitura.

Em entrevista a uma rádio local, o secretário de Educação de Itapipoca, Júlio César, informou que para não ter que devolver a verba ao Governo Federal e nem reprogramar o recurso - segundo ele, a medida provocaria uma perda de 80% do montante-, foi entregue ao Executivo pelas três empresas contratadas uma carta de crédito. O secretário afirmou que esse é um procedimento legal e que já está sendo viabilizada a troca da carta pelos alimentos.

O vice-prefeito, ainda apontou irregularidades no fornecimento das merendas durante o mês de novembro e dezembro. Ele afirmou que foi servido aos alunos apenas banana e cuscuz seco. Geraldo disse que a prefeitura está rachada e que ele não concorda com a administração de Dagmauro. “Eu não tenho mais nenhuma relação com o prefeito, tento tratar com ele apenas o necessário”.
ONDE ESTA O DINHEIRO? NA CUECA?



2 Noticia


DÓLARES NA CUECA


Fato ocorreu em julho de 2005, em meio aos desdobramentos do mensalão, e precipitou o afastamento de José Genoino da presidência do PT



O deputado federal José Guimarães, do PT do Ceará


Exatamente onze anos após a prisão de José Adalberto Vieira da Silva, ex-petista e à época assessor do então deputado estadual José Guimarães (PT), no aeroporto de Congonhas com US$ 100 mil na cueca e mais R$ 209 mil em uma maleta, o chamado “Caso dos Dólares na Cueca” caminha para um desfecho. A Ação Civil Pública, movida pelo Ministério Público Federal, se encontra no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF 5) em fase de análise de “embargos infringentes”, que são o recurso cabível contra acórdão não unânime proferido em apelação ou ação rescisória, dirigido ao próprio tribunal que pronunciou a decisão questionada.
Até o momento, três pessoas foram condenadas: o próprio Adalberto, o ex-presidente do Banco do Nordeste, Roberto Smith, e o ex-chefe de gabinete da Presidência, Kennedy Moura. Os três foram sentenciados ao pagamento de multa.

Guimarães, hoje líder do governo na Câmara dos Deputados, não chegou a ser julgado. Em junho de 2012, o Superior Tribunal de Justiça determinou sua exclusão do processo. De acordo com o relator da ação, Benedito Gonçalves, “relação de amizade e companheirismo político e partidário não são o bastante para sustentar a instauração de uma ação de improbidade”.

Versões
Nos meses que se seguiram à prisão de Adalberto, travou-se uma sequência de versões sobre a origem do dinheiro. Inicialmente, seria fruto da venda de melões em São Paulo. Em seguida, o próprio Guimarães afirmou que ele seria usado por Adalberto e outro assessor, José Vicente Ferreira, para a criação de locadora de veículos em Aracati. O dono da cifra seria Kennedy Moura. 

Entretanto, mais tarde, foi atribuída por Adalberto a um amigo empresário que nunca foi identificado. “Eu já expus muita gente nessa história”, alegou. Em 2010, desfiliado do PT e à frente de um mercadinho na periferia de Aracati, ele não quis se pronunciar. Sua defesa mantinha a versão e ele seguia tentando reaver o dinheiro apreendido, sem citar quem seria o verdadeiro dono.

Para a Justiça, porém, a história era outra. O dinheiro teria sido entregue ao então assessor como forma de pagamento a Kennedy por facilitar a concessão de uma linha de crédito do BNB à Sistemas de Transmissão Nordeste (STN). Na época, o banco concedeu mais de R$ 300 milhões para a construção de uma linha entre Teresina e Fortaleza. Durante as investigações, a empresa sempre negou a acusação.

tentamos contato com os citados pela Justiça. Guimarães e Smith não se pronunciaram. Adalberto não atendeu às ligações e seu advogado não foi localizado, assim como não o foi Kennedy.
Linha do tempo

8 de julho de 2005
Adalberto Vieira, que embarcava rumo a Fortaleza, foi detido pela Polícia Federal no aeroporto de Congonhas, com R$200 mil em uma valise e US$100 mil na cueca.

14 de julho de 2005
É descoberto ser de Vicente Ferreira o cheque que pagou a viagem de Adalberto a São Paulo.

José Vicente Ferreira declara que o então assessor especial do BNB, Kennedy Moura, seria o dono do dinheiro, e a intenção seria utilizá-lo para financiar locadora de veículos

19 de julho de 2005
Adalberto diz que o dinheiro foi de um “amigo”, de quem não revela o nome e exime de envolvimento o deputado José Guimarães e ennedy Moura.

Junho de 2010
Por decisão do STJ, Guimarães é excluído do processo
15 de novembro de 2014
TRF da quinta região condena três a multa por participação no que a Justiça considerou um esquema para pagamento de propina.





TIRE SUAS CONCLUSÕES 


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

PRAÇA DA PRAIA DA BALEIA - MOTIVO DE ABANDONO DA OBRA

Moradores denunciam abandono de praça em Itapipoca 

De acordo com uma moradora, as obras do equipamento situado na Praia da Baleia estão abandonadas há mais de 10 anos, desde quando a prefeitura se comprometeu a ampliá-lo. Em nota, prefeitura rebate que está legalmente impossibilitada de realizar a obra.


Moradores do município de Itapipoca, a 147,3Km de Fortaleza, procuraram 
tapipoca da Depressão para denunciar o abandono de uma praça localizada na Praia da Baleia.

De acordo com a estudante Juliana Félix, o equipamento está abandonado há mais de 10 anos, desde quando a prefeitura do município, ainda durante o mandato de João Barroso, se comprometeu a ampliá-lo. Porém, as obras não teriam sido concluídas.

"Uma pessoa que morava há muitos anos lá e uma colônia de pescadores foram indenizadas, acho que em 2003. A verba veio, existe maquete pronta, prazo de entrega, valores, mas eles só começaram e a construção da praça foi abandonada", afirma Juliana.

Tiago Praciano, também morador do município, crê que as obras na praça estão paradas por estratégia política do atual prefeito, Dagmauro Moreira.    


"A gente acredita que ele não está interessado em realizar a obra para utilizar isso como uma promessa para se reeleger", alega Tiago.

Além da obra estar inacabada, Juliana afirma que pela "completa falta de iluminação", o local passou a ser evitado durante a noite e se tornou um ponto de comercialização e consumo de drogas.

Ainda segundo ela, durante o dia a praça abandonada fica repleta de animais que se alimentam das gramas acumuladas, afetando o potencial turístico da Praia da Baleia.

"A comunidade inteira está sem um lazer e a praça é na entrada da praia. Quando o turista chega, não encontra receptividade nenhuma na cidade. E aqui sem turista, não tem renda", reclama a estudante.

Conforme Tiago, a comunidade tentou dialogar sobre o problema diretamente com o prefeito, mas ele enviou em seu nome representantes e os moradores se recusaram ao diálogo. 
"Impossibilidade legal"
 O engenheiro Paulo Moura, da prefeitura de Itapipoca, afirma que as obras da praça na Praia da Baleia foram suspensas por conta de "algumas incongruências verificadas", como no que diz respeito ao espaço delimitado no projeto, superior à área existente para a construção do equipamento. 

Ainda segundo Moura, o prefeito Dagmauro Moreira tentou levar o projeto à frente, "mas não houve sinalização positiva" e, portanto, o abandono não se trata "em hipótese alguma, de 'estratégia política'", mas de uma "impossibilidade legal".

Leia a íntegra da nota:

"Na verdade, conforme esclarece o engenheiro Paulo Moura, da Prefeitura Municipal de Itapipoca, a construção de uma praça no local foi iniciada na gestão anterior (gestão terminada em 2012) e suspensa em decorrência de algumas incongruências verificadas, a começar pela medição (o espaço destinado no projeto da praça era superior ao espaço físico existente), o que levou a Caixa Econômica Federal (CEF), como agente financeiro ligada ao Ministério do Turismo, a suspender o repasse de verba e o prazo para conclusão da obra caducou.

A atual gestão do Município, que tem a frente o prefeito Dagmauro Moreira, procurou a CEF para tentar encontrar uma solução para tocar a construção da praça – vale observar que muitas obras inacabadas deixadas pela gestão anterior foram concluídas pelo atual Prefeito -, mas não houve sinalização positiva. Portanto, não se trata, em hipótese alguma, de “estratégia política”, mas sim de uma impossibilidade legal de tocar a obra anteriormente aprovada pela Caixa Econômica Federal e posteriormente suspensa. Não se pode, inclusive, considerar como estratégia algo que prejudica o povo, comportamento este totalmente repudiado pelo atual Prefeito do Município de Itapipoca.

Uma outra solução e de abrangência muito maior passou a ser trabalhada pelo prefeito Dagmauro Moreira e sua equipe administrativa, juntamente com os moradores da Praia da Baleia, mediante reuniões de planejamento. Depois de amplo debate e exposições do projeto junto ao Governo do Estado e da bancada do Partido dos Trabalhadores, ele conseguiu garantir financiamento, no valor aproximado de R$ 5 milhões, não apenas para a construção da praça, mas sim para duas praças, uma próxima a Igreja (no local da que não foi construída) e outra próximo ao ginásio, e também a reurbanização de grande parte das ruas existentes, com pavimentação em pedra tosca, a construção de uma nova avenida de acesso a praia, com pavimentação em paralelepípedo e ciclovia, incluindo dois bolsões de estacionamentos e acessos a Praia da Baleia.

Outros benefícios que estão sendo feito pela atual gestão são: nova licitação para conclusão do Ginásio Coberto, que também não foi concluído na gestão anterior, e a construção de prédio para atender os Correios na Praia da Baleia. A Prefeitura de Itapipoca, inclusive, já iniciou a construção de um Centro de Referência de Assistência Social (Cras), com prazo de conclusão de seis meses. Tais obras visam beneficiar a todos - moradores, comerciantes, empresários do ramo de pousadas e hotéis – e vão, consequentemente, aumentar o fluxo de turistas, gerando vagas de trabalho, desenvolvimento e melhoria de vida".


QUE PRAÇA??

QUE PRAÇA? NÃO TEM PRAÇA? QUANDO VAI FICAR 
PRONTA?

O QUE ACONTECE QUANDO PERGUNTAM PARA O DAGMAURO SOBRE AS OBRAS

ELE SE TREME  QUANDO O PERGUNTAM SOBRE AS OBRAS